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GOVERNO DO ESTADO

Piauí terá "Bloquinho" de partidos emergentes em 2018

A estratégia é chegar a mais de 300 mil votos e eleger dois deputados federais. Todos os partidos pertencem a base do governo

Por Wesslley Sales
12/10/2017, às 14:10

Chegar a mais de 300 mil votos e eleger dois deputados federais. Esta é a estratégia para 2018 do “Bloquinho”, grupo de partidos emergentes que pertencem à base do Governo. Lideranças estiveram reunidas na manhã desta quinta-feira (12/10) em um hotel da capital para dar início às conversas após as definições aprovadas na Reforma Política.Silas Freire (PODEMOS), Osmar Júnior (PC do B) e Marcos Vinicius (PTC), são nomes certos na chapa proporcional. 

Já Evaldo Gomes (PTC) e Gessivaldo Isaias (PRB) estão em fase de definição de quem será o representante de seus partidos. No caso do PR, de Fábio Xavier, é grande a probabilidade de Fábio Abreu vir a ser o candidato a reeleição para Câmara dos Deputados.

Reunião selou a coligação proporcional entre os partidos

“Estamos muito confiantes que possamos surpreender elegendo dois deputados federais e contribuir, dentro deste leque de alianças, com a reeleição do Governador Wellington Dias. Os nomes que estão sendo colocados são a base desta coligação de partidos emergentes e, com elas e a união destes partidos queremos chegar a mais de 300 mil votos”, analisou o deputado estadual Evaldo Gomes.

Outros partidos como PMN, PSL, PSC, PHS e PRP também estão sendo sondados para compor o “Bloquinho”

“Esses partidos tem um ponto em comum, integram a base de apoio do Governador. Estamos discutindo a possibilidade de aliança proporcional em duas chapas para Deputado Federal e Estadual. Isso acontece em decorrência do número de partidos que compõem a base do governo ser bastante elevado. Então é bastante razoável que tenhamos pelo menos dois blocos de chapas proporcionais para as eleições do próximo ano”, afirmou Osmar Júnior (PCdoB). 

Outros partidos como PMN, PSL, PSC, PHS e PRP também estão sendo sondados para compor o “Bloquinho”. O deputado Federal Fábio Abreu, que também participou do encontro, disse que espera a janela para definir seu futuro. Confirma que tem convite do PROS, mas que as conversas estão adiantadas com o PR. Um dos motivos para esta divisão da base aliada é que PMDB, PT, PP e PTB possuem candidatos e votação suficientes para frustrar a eleição de um candidato dos partidos emergentes para o parlamento federal. Esta também pode ser a garantia de sobrevivência das siglas que passam também a ser alvo da chamada cláusula de barreira, aprovada na reforma política. 

Deputados Fábio Abreu e Silas Freire participaram da reunião

“Definidas as regras da eleição para o próximo ano precisamos traçar estratégias. A reforma política exige que os partidos tenham candidaturas federais porque para sobreviver precisa ter 1,5% dos votos já para 2018. No passado esses partidos foram de alugueis, mas no Piauí estão se consolidando a cada eleição. Queremos fazer nossa parte, não só por causa da clausula de barreira, mas também para nos fortalecer”, concluiu Evaldo Gomes.

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