Cortar gastos e a necessidade da Reforma da Previdência

A saída passa pela união de todos os governadores em sintonia com o Governo Federal. Caso contrário, é esperar o colapso das contas públicas que está mais perto do que se imagina

Por EDITORIA DE POLÍTICA
11/02/2019, às 09:30 - Atualizado em 23/03/2019, às 01:14

A semana começa com a expectativa da chegada da reforma administrativa do governo do Estado. Nesta segunda-feira está prevista uma conversa do governador com a base aliada para detalhar o projeto. Oficialmente, é o primeiro contato dos parlamentares com o novo formato da máquina administrativa. A conversa, imagina-se, tenha o objetivo de pedir agilidade na aprovação.

O governador Wellington Dias também vai à Assembleia Legislativa para uma apresentação oficial aos parlamentares. A previsão é que a matéria não tenha dificuldade para ser aprovada.

Mas após o encontro com a base, o governador dá início a rodada de conversa com os partidos para a ocupação de espaços. Tramitação no parlamento e discussão com os aliados vão acontecer ao mesmo tempo. A expectativa é como tantas forças serão acomodadas em menos espaços.

Já foi detalhado que o propósito é economizar, economizar e economizar. Diminuição de gastos é meta a ser perseguida.

Só que gastar menos não é a solução para o problema vivido pelo Piauí e os demais estados brasileiros. A Previdência Social é o grande vilão. O deficit mensal é milionário e corrói as contas públicas de forma brutal. As medidas adotas até agora são paliativas e esse sim é o obstáculo a ser superado. 

A saída passa obrigatoriamente pela união de todos os governadores em sintonia com o Governo Federal para que esta etapa seja superada ou então, esperar o colapso das contas públicas que está mais perto do que se imagina.

Governador Wellington Dias

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