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O "faro político" de Firmino Filho tem um histórico de acertos

O próprio prefeito é um exemplo, quando foi escolhido pela primeira vez, não estava entre os primeiros colocados nas intenções de voto e ganhou a eleição

Por EDITORIA DE POLÍTICA
19/09/2019, às 09:00 - Atualizado em 20/09/2019, às 10:54

O prefeito Firmino Filho um grupo de três suplentes e cinco vereadores para discutir estratégias de olho nas eleições do ano que vem.

Ficou decidido que todos eles vão se filiar ao PATRIOTA. O objetivo é fortalecer as chapas proporcionais dos partidos aliados e conquistar o maior número de cadeiras na Câmara Municipal.

Enquanto os arranjos políticos com os vereadores estão avançados, permanece a dúvida sobre quem será o nome que vai concorrer a prefeitura de Teresina. A cada dia, novos opções aparecem e a indefinição continua.

Charles Silveira, Kléber Montezuma, Washington Bonfim, Evandro Hidd, Samuel Silveira, Fernando Said, Sílvio Mendes ou Luciano Nunes?

Como se vê, opções não faltam, aliás, competitivas e pelo que parece o escolhido deve demorar para ser revelado. São perfis diferentes e o desempenho de cada um vai depender do cenário em 2020, dos concorrentes mas não será, como em outros casos, um simples pesquisa que vai definir o candidato.

O histórico do prefeito Firmino Filho mostra que na hora de colocar o time em campo o faro político pesa mais do que os números de uma consulta popular. O próprio Firmino, quando foi escolhido pela primeira vez, não estava entre os primeiros colocados nas intenções de voto e ganhou a eleição.

Prefeito de Teresina, Firmino Filho / Foto: Portal GP1


LARANJA AZEDA

A decisão do TSE que cassou os vereadores de Valença do Piauí deixou a classe política de orelha em pé. A prática de indicar candidaturas fictícias para preencher a cota mínima de mulheres sempre foi habitual em todo o país, até o ministro do Turismo de Jair Bolsonaro, o deputado Federal Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG), está na mira da justiça por ter usado do expediente para se eleger.

MAIS LARANJA

Nas últimas eleições no Piauí, um dos candidatos ao governo do Estado usou do expediente sem qualquer pudor. Poucas mulheres da vida do tal candidato escaparam do pleito. Todas receberam votação inexpressiva e sequer fizeram campanha. O detalhe ainda mais interessante é que as cores da identidade visual do partido era laranja, uma coincidência não percebida pela justiça.

“FUNDINHO ELEITORAL”

O presidente do senado, David Alcolumbre (DEM-AP), choramingou à imprensa que o fundo eleitoral de R$ 1,7 bilhão de reais para o próximo ano é um erro. Segundo o paladino da nova política a verba bilionária é insuficiente para os pobres vereadores e prefeitos que buscarão a reeleição em 2020. O objetivo do chefe do congresso é aumentar a fatia do dinheiro público que bancará a festa da democracia no próximo ano.

TÁ DANADO

E não é que a indicação da deputada Federal Margarete Coelho gerou insatisfação no PROGRESSISTAS. Ninguém comenta o tema publicamente mas nos bastidores entende-se que a indicação do advogado San Martin para a superintendência do IBAMA no Piauí teve uma “certa” influência do MDB. E vale, Pedro?

QUEM PAGA A CONTA?

Na última terça-feira (17/09) os senadores aprovaram o projeto que mantém o fundão eleitoral, ou fundinho para Alcolumbre, porém o valor ainda não foi fixado e deve ser majorado, às custas de quem? Advinha? De nós, contribuintes. Outro detalhe importante é que Alcolumbre advoga em causa própria já que esses mesmos vereadores e prefeitos que serão eleitos com o fundo votarão em Alcolumbre em 2022, quando o mesmo buscará a reeleição.

ACORDA BOLSONARO

Alcolumbre mais uma vez cutucou o presidente da República Jair Bolsonaro e sua equipe de “desarticulação” no Congresso Nacional. Segundo o senador do Amapá falta participação da equipe econômica do “Mito” na construção das reformas.

CONTROLANDO O INCÊNDIO

Depois da sessão um pouco confusa da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, na última terça-feira (17/09), que foi comandada pelo deputado Henrique Pires, entra em cena o secretário de Governo, Osmar Júnior para, digamos, aparar as arestas. Henrique conseguiu um feito, não houve entendimento nem com o deputado Limma.

OLHA O RECADO

“Acho que o governo precisava atuar mais presente com relação a esse tema. A gente não vê o governo apresentando de fato uma sugestão que possa incorporar, aprimorar, melhorar, contribuir com o texto das reformas que estão tramitando. Falta uma participação [do governo] mais próxima das Congresso. Lógico que é da equipe econômica porque a reforma tributária tem que ser construída com o auxílio do governo”, disse Alcolumbre.

IMAGEM DO DIA

Presidente Themístocles Filho e o secretário de Governo, Osmar Júnior

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