Após ameaças de massacre, escola reforça segurança em Teresina

Uma viatura e cinco policiais do 1° Batalhão e Força Tática estão na escola e ruas próximas para garantir a segurança

Por Ravi Marques
20/09/2019, às 10:36

Após supostas ameaças de massacre a alunos em uma escola particular de Teresina, a Polícia Militar reforçou as rondas no entorno do estabelecimento para evitar qualquer tipo de crime. Além disse, seguranças da escola fazem rondas dentro e fora do prédio na manhã desta sexta-feira (20/09).

Todo esse aparato é por causa de ameaças via Whatsapp onde ex-alunos da escola planejavam invadir o local hoje e realizar um massacre contra os estudantes. As ameaças foram enviadas em grupos do aplicativo onde alunos e ex-alunos da escola fazem parte.

Uma viatura e cinco policiais do 1° Batalhão e Força Tática estão na escola e ruas próximas.

“Isso é uma Fake News, mas estamos aqui por precaução. Não acreditamos que vá acontecer nada”, disse o cabo Sousa, da Força Tática.

A direção da escola informou que já identificou os ex-alunos que praticaram as ameaças. Eles têm 15 anos e um Boletim de Ocorrência foi realizado na polícia. A audiência com os adolescentes e os pais deles deve acontecer nesta sexta-feira. A direção avisou aos pais dos alunos que a segurança seria reforçada e teria aula normal.

"No dia que saiu essa fake news nós tomamos todas as providências, fizemos um BO no 6º Distrito Policial. Eu informei um primo que é coronel da Polícia, contratamos uma segurança armada e fomos investigar. No outro dia já sabia que um grupo de adolescentes, do qual um aluno da escola faz parte e nesse grupo, dois ex-alunos que tiveram a matrícula da escola cancelada. Eles inventaram essa história e esse aluno que estuda na escola compartilhou com alunos do 8º ano, mas já foi todo mundo identificado, inclusive intimados. Eles estarão cedo na Delegacia da Infância e da Juventude e nós determinados nosso advogado que meta processo nos adolescentes e nos responsáveis, pode ficar tranquilo, não tem problema nenhum", afirma o diretor.

Print falando do suposto massacre

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