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GOVERNO DO ESTADO

Irmã Graça fará campanha propositiva e sem baixaria

Para ela, o diálogo é o mais importante e, se faltar tempo de propaganda gratuita, não faltará disposição da militância

Por Wesslley Sales
14/05/2018, às 13:05 - Atualizado em 17/05/2018, às 16:05

Jeito tímido, corpo franzino e um falar manso, mas decidido. Irmã Graça sabe das dificuldades de uma campanha ao Governo do Estado, mas não desanima. Para cada um dos problemas, uma fórmula para deixar a mensagem ao eleitor, casada com as propostas de Marina Silva, pré-candidata à Presidência da República, que este final de semana esteve em Teresina e Nazária.

Em segundo lugar, colada em Bolsonaro, segundo a última pesquisa Datafolha, Marina Silva teve uma agenda intensa com palestras, encontros políticos e visita a um projeto social na Vila Irmã Dulce. Para Irmã Graça, um momento de diálogo com a Rede Sustentabilidade no Piauí e a possibilidade de alianças.

Irmã Graça / Foto: OitoMeia

“Acredito que Marina também crescerá no Piauí. Ela veio como palestrante de uma igreja cristã. No entanto, vai agregar apoios importantes de pessoas que olham desconfiado para o discurso de ouros candidatos, como Bolsonaro. Acredito que a conversa dela, olho no olho, sobre suas propostas terá como efeito uma grande virada”, afirmou.

Depois de declarar-se, feia, pobre e velha, Irmã Graça não vê essa descrição como uma tentativa de vitimar-se. Para ela, o diálogo é o mais importante e, se faltar tempo de propaganda gratuita, não faltará disposição da militância. Sobre quais primeiros atos, caso eleita Governadora, a pré-candidata é taxativa.

“A primeira providência seria dar mais transparência para termos governabilidade. Não trazer politicagem para dentro do governo, trabalhando com técnicos que entendam e vivenciam a situação do Piauí. Vamos usar as redes sociais, agregar jovens para vencer o problema do baixo tempo de propaganda. Será uma campanha propositiva, sem apontar defeitos. Também não vou me vitimizar. Eu represento as vozes que estão guardadas nas comunidades. São pessoa que precisam de uma voz para falar”, concluiu.

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